Governo

Conectividade soberana que a instituição audita. SLA provado por medição independente, antes e durante o contrato.

No setor público, um SLA vale o que se consegue provar. A maioria dos contratos de conectividade promete disponibilidade e latência num PDF, e a instituição só descobre se era verdade quando algo cai. Aqui funciona ao contrário. Cada número que mostramos é medição de terceiro, pública e clicável. A instituição audita a rede antes de assinar e continua auditando por todo o contrato.

O SLA que se audita

Latência, disponibilidade e rota não são declaração nossa. São medições do Globalping, do PeeringDB e do RIPEstat, com data e hora, que qualquer técnico confere sem depender de nós. É a diferença entre confiar num relatório e verificar a fonte.

Ver o estado da rede agora →

Soberania, na prática

Dado público brasileiro sob jurisdição brasileira. A rede, o roteamento e o datacenter operam em solo nacional, e o tráfego do Nordeste não precisa atravessar o país para existir. Quando a saída internacional é necessária, ela parte de Fortaleza direto para a Europa pela EllaLink, sem o desvio por São Paulo.

A política federal de soberania digital exige transparência no uso dos dados. É exatamente sobre isso que esta rede foi construída.

O que o edital pede

  • Disponibilidade e latênciaSLA auditável por medição independente
  • Redundância e rota diversaDois caminhos independentes; a queda de um não para o serviço
  • Banda garantidaSimétrica, com IP fixo
  • Proteção de dadosLGPD, em infraestrutura em território nacional
  • ContrataçãoHabilitação técnica pela Lei 14.133/2021
  • RegulatórioDocumentação SCM/SVA, certidões de regularidade e atestados de capacidade sob solicitação

O caminho de certificação de soberania →

One-pager de habilitação técnica

O documento que responde ao checklist do pregão: os números medidos e a documentação regulatória, em uma página. Responde critérios. Não propõe. Solicite com o nome e o órgão.

Ou fale direto: comercial@grupoip.net.br · 0800 591 7066